Estou fazendo um curso de criação de histórias para crianças. Para a minha apresentação o professor pediu que eu indicasse os autores de minha referência. Eu tenho um problema sério com a lembrança de nomes de autores e até mesmo para citar o título dos livros que eu já li. Nunca me preocupei muito com isso, porque querendo reler algo, sou capaz de ir na minha biblioteca e pegar o livro e achar facilmente o que procuro. Tenho boa lembrança do texto, mas uma dificuldade que teima em ser vencida com relação ao nome do autor, ilustrador, editor e demais referências técnicas da obra lida.

Mas, obviamente, dois deles não tenho como esquecer: Jostein Gaarder e os seus “O Mundo de Sofia” e “A Biblioteca Mágica de Bibbi Boken” e todos do Rubem Alves, o maior contador de histórias para crianças e adultos.

Não obstante, minha mãe, falecida em 2018 aos 80 anos, é a minha maior referência. Inventava e contava muitas histórias para mim e meus sete irmãos. Não tendo como comprar livros infantis para nós, nos contou os principais clássicos dos irmãos Grimm e muitas histórias bíblicas. Nas noites de tempestades, nos acolhia no sofá da sala e nos tranquilizava contando histórias ou lendo a bíblia.

Observar minha filha e genro lendo para a Catarina, desde sua tenra idade e também poder participar desses momentos, na cama dela, antes de adormecer, foram e ainda são marcantes. Ela é uma leitora aficionada e também já se destaca na arte de contar e interpretar as histórias, o que pode ser conferido em seu canal no YouTube : Reading Time with CAT no link https://www.youtube.com/channel/UCDtZ1neHxyauIofe_3RTJog/videos

Você não sabe contar histórias infantis? Inventa uma!

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