Numa noite, ao colocar minha neta Catarina para dormir, inventei uma história, em vez de ler um dos livros que ela sempre escolhe para ouvir na cama.

Ela gostou bastante.

É eu!

Conforme eu ia criando e contando, o tempo todo se reconhecia na história e – com seu sotaque americano -, dizia: é eu!

E aqui está. É você, Catarina!

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